quinta-feira, 14 de novembro de 2013

15 filmes sobre professores que você deveria assistir

De colégios internos a escolas da periferia, eles lidam com realidades distintas. Mestres da virtude em outros tempos, professores acuados dentro da própria sala de aula, hoje em dia. Seus alunos chegam carregados de esperança ou, em inúmeras vezes, de problemas, e acabam por despertar-lhes o interesse bem além da sala de aula.
Confira 15 filmes que contam histórias de professores dedicados que você deveria assistir.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

26 filmes para assistir com seu filho

Um filme não precisa ser didático para ensinar valores importantes na formação dos alunos. Conheça obras do cinema aplaudidas por críticos e professores.


Todos podem se espelhar em exemplos do cinema para descobrir maneiras de aprender e ensinar melhor. Sem deixar de se divertir nem se emocionar. Como explica a professora de Cinema e vice-coordenadora da Cinemateca da PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) Verônica Ferreira Dias, um filme "é sempre algo atrativo, porque traz entretenimento e reflexão também".

Para ela, quando a sétima arte retrata processos de aprendizado bem-sucedidos, é capaz de despertar o espírito crítico da sociedade. "As pessoas acabam repensando o sistema educacional, já que nem sempre têm paciência para ouvir discursos teóricos de especialistas". E Verônica não está sozinha. Arte-educador e doutor em Educação pela USP (Universidade de São Paulo), Marcos Ferreira dos Santos pensa de modo semelhante. "O cinema faz com que a gente tenha um 'olho privilegiado' e consigamos entrever coisas invisíveis em certas situações".

Por outro lado, o professor tem suas ressalvas e não acredita que campeões de bilheteria sejam os mais indicados para falar sobre Ensino. "Blockbusters são direcionados demais para fins comerciais, não saem do lugar-comum, e por isso é difícil alguém acordar para a necessidade de aprender". Será? A professora da PUC acha que os chamados "filmes de arte" não conseguem atingir as massas e acabam sendo um esforço muitas vezes sem grandes resultados.

"Algo como Legalmente Loira contesta o estereótipo da 'patricinha loira e burra', quando ela chega à Harvard e faz o público enxergar que o importante é o esforço pessoal", comenta Verônica. Clássico, cult ou popular, é sempre você quem decide. Conheça melhor os filmes selecionados pelo Educar que mostram como, de uma forma ou de outra, o importante é aprender uma lição para o resto da vida.

(Texto: Gabriel Navarro)

sábado, 5 de outubro de 2013

33 dicas para estimular a produção textual

DICA 1: Pedir aos alunos para fazerem um livro.

Material Utilizado: 1 folha de sulfite
Lápis de cor
Giz de cera
Caneta
Lápis preto
Peça a cada um que dobre a folha ao meio;
Na frente devem fazer a capa;
No interior, o conteúdo;
Pedir para escreverem uma autobiografia
Tempo estimado: 1h15min

Após a confecção do livro, pede-se que levantem-se e circulando pela sala, comprem e vendam os livros, assim, cada um terá um livro de uma pessoa diferente.
Dá-se de 5 a 10 minutos para eles lerem o livro do colega.
Cada aluno deverá, em rápidas palavras, descrever o livro que "comprou" e seu autor, ressaltando os pontos positivos.
No final, faz-se o fechamento com uma análise do poder de leitura, interpretação de texto, forma de apresentação, autocrítica, etc.
Os livros podem ser expostos na sala de aula.
Atenção: Evitar fazer avaliação do "melhor" ou pior livro, essa dinâmica tem por objetivo, o auto conhecimento. Veja mais dicas aqui!

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

How to teach English using music

If  have you ever wanted to teach using songs, here are few ideas how to organize a lesson. When it comes to teaching English (or any other language for that matter) you have to plan your lesson carefully so that you avoid any problems that might come up along the way. 
The first thing you should do is to choose the song. Although this might sound quite easy, from my personal experience, it may be the most difficult part when preparing a “music lesson”.

You have to pay attention to:

  • What do you want to teach?
Setting up the goal of your lesson will help you decide which song to use. You should choose the song depending on the topic you are about to teach. For example, if you want to teach conditionals you should choose a song with a lot of “if”s in the song lyrics. If your goal is to teach adjectives, choose a song that has a lot of adjectives in the lyrics (check out one of the previous articles for some ideas: Five cool songs to teach adjectives in English.)

  • Who are your students?                                                        
After you have set up your goal, and narrowed down the list of potential songs, now it is the time to narrow it down even more. The age and the cultural surrounding can have a tremendous impact on the outcome of your lesson. Don’t try to teach adults using some children songs, as it is doomed to fail. On the other hand, if you are teaching beginner level students, you should choose a song with a lot repetition. Have in mind that if the students don’t like the song, or if they feel uncomfortable in some way, they will be reluctant to participate in any activity, and let alone to join discussion.

Now that you have chosen the song, here is how to make the lesson based on the lyrics:

Warm up – get students involved by discussing the title or performer. Have they already heard of that song? If yes, what did they think of it? If not, can they guess what the song is about?

Gap fill – leave out some of the words and give the lyrics to students to fill in. If the words are relatively familiar to your students you don’t have to provide the words that are to be used. On the other hand, if you believe that the words are too difficult for them, you should write all the missing words in a box for students to choose from.

Vocabulary in use – students have to use the words from the song in the sentences. You can use the missing words from the previous exercise, or you can add other words from the lyrics. This type of exercise is also good for practicing expressions.

Matching – you can set up two columns of words and ask students to match, for example antonyms, synonyms, words that go together, etc.

Table – this is a good way to visually represent some patterns or rules. For example, if you are teaching conditionals, ask your students to fill in the two columns, main clause and subordinate clause.

Adding missing elements – write the words or sentences and ask your students to fill in the missing letters or the missing element of the phrases, for example phrasal verbs missing prepositions.

True or false – write the sentences about the song lyrics and ask the students to decide if they are true or false. You can also add another option – we don’t know, it doesn’t say.

Answer the questions and start up a discussion – think of some questions about the lyrics and then the students can continue talking about the topic.

Have you got some more ideas for the exercises? 
What’s your experience with teaching English with music?

http://englishlane.wordpress.com/2013/10/03/how-to-teach-english-using-music/?blogsub=confirming#subscribe-blog

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Regência correta do verbo assistir

Geralmente as dúvidas quanto ao emprego correto de certas formas verbais surgem no momento da escrita.

Devemos estar atentos à transitividade verbal, ou seja, existem verbos transitivos e verbos intransitivos.
Verbos transitivos são aqueles que pedem complemento. Tal complemento nada mais é que a preposição. Verbos intransitivos são os que não exigem preposição.

Com o objetivo de sanar nossas dúvidas no que se refere ao uso correto do verbo assistir, começaremos a partir do seguinte questionamento:

Em princípio, fazemos a pergunta ao próprio verbo: “Quem assiste, assiste a algo”.
Como exemplo, temos: Nós assistimos ao filme que estava em cartaz.
O sentido denotativo do verbo revela a questão de estar presente, ou seja, de presenciar algum fato ou evento.
Neste caso, necessariamente há a presença da preposição "a" revelando a fusão dela com o artigo “o”.

Quando o sentido do verbo assistir significar auxílio, assistência, não exige a presença da preposição.
Por exemplo: O médico assistiu o doente.

No sentido de residir, morar em algum lugar, o verbo também pede a preposição.
Citando um exemplo do que foi falado, obtemos: Marcos assiste em Goiânia.

Agora para treinarmos, façamos alguns exercícios utilizando as formas corretas deste verbo:
a) Preciso ------------------- espetáculo.
b) Mariana -------------------a idosa que atravessava a rua.
c) ----------------- aos jogos interestudantis.


Gabarito: assistir ao; assistiu; assistimos aos.

Por  Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

http://www.brasilescola.com/gramatica/regencia-correta-verbo-assistir.htm 

sábado, 21 de setembro de 2013

Fronteiras Digitais


 As Redes Sociais como aliadas da Aprendizagem 


As redes sociais podem se transformar em verdadeiras aliadas da aprendizagem, desde que utilizadas de forma consciente e mediadas pelo educador
Imagine a situação: um educador se dirige a seus alunos com o intuito de descobrir quantos deles possuem perfis nas redes sociais. É possível imaginar uma cena na qual quase todas (para não dizer todas, por completo) as mãos estariam erguidas, no sentido de afirmar que ali, ali mesmo, boa parte usufrui de tal recurso tecnológico. Assim, não há como negar que essa se trata de uma realidade imutável.
Em face dela, eis que um questionamento emerge de maneira relevante: como fazer das redes sociais ferramentas aliadas da aprendizagem? Respostas a tal indagação por certo se tornam plausíveis à medida que um dos atributos do educador é buscar meios, subsídios, os quais lhe proporcionarão a eficácia necessária à concretização dos objetivos a que se propõe, mediante a relação de ensino x aprendizagem. Um deles, por excelência, é fazer com que os educandos se sintam motivados a adquirir o conhecimento de que tanto precisam – dada a condição de que atualmente se mostram mais “exigentes” do que nunca. Dessa forma, por que não fazer do espaço virtual um campo fecundo? Pois, mais do que entreter, elas também podem atuar como forma de interação, tornando-se um dispositivo valioso do qual pode se valer o educador no sentido de facilitar seu trabalho em sala de aula.

Com base nessa premissa, o presente artigo tem por finalidade abordar os aspectos benéficos proporcionados pelo uso das redes sociais, desde que utilizadas de forma consciente por ambas as partes (docente x educandos). O primeiro aspecto que deve se levar em conta diz respeito ao contato estabelecido entre o educador e os alunos por intermédio dessas redes. Se tal espaço se concebe como “público”, a imagem do professor, enquanto profissional, deve ser consideravelmente preservada, no sentido de que o professor deve ser concebido como tal dentro e fora de escola. Assim, a forma como deverá proceder não é a mesma que se manifesta dentre um grupo de amigos íntimos. Certa disso, Betina von Staa, pesquisadora da divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática, afirma:

“O mais importante é fazer com que os professores se lembrem de que não existe tecnologia impermeável, mas comportamentos adequados nas redes”. 

Nesse viés de conduta, o educador pode orientar os educandos no sentido de lhes incutir que os grupos no Facebook ou as comunidades do Orkut atuam como importantes espaços para troca de informações acerca dos conteúdos ministrados em sala de aula. Assim, neles imersos, os alunos poderão ter a oportunidade de indicar links, páginas de instituições, vídeos, reportagens interessantes, as quais poderão, em muito, contribuir para o avanço da aprendizagem. Mas, em meio a esse ínterim, algo é incontestável: a presença do professor como mediador das relações.

De posse das informações colhidas, torna-se propício o momento para sugerir um debate virtual cujo tema pode ser um fato polêmico, atual. Tal procedimento permite que os mais tímidos se posicionem frente à turma e desenvolvam a capacidade argumentativa, tão útil quanto necessária.
Outro aspecto, também benéfico, reside no fato de que o calendário das atividades, tais como a entrega de trabalhos (não excluindo a rotina manifestada no interior da sala de aula, pois isso deve ser concebido apenas como complemento), visitas a peças teatrais, visitas a cinemas, enfim, novidades acerca do universo cultural, podem ser retratados por meio do “Meu calendário” e “eventos”, disponibilizados pelo Facebook. Quanto às dúvidas que forem surgindo, por que não compartilhá-las e, sobretudo, saná-las num espaço a elas destinado? O chat, por exemplo. Contudo, esse não pode ser o único meio de auxiliar os educandos nas necessidades diárias.

Dessa forma, muito já se falou em interação. Vamos, portanto, aos cuidados que se deve ter ao fazer uso do benefício em questão. O primeiro deles é estabelecer regras previamente, as quais devem atuar como um código de conduta. Assim, quem desrespeitá-las estará sujeito (a) a punições cabíveis ao ato. As verdadeiras intenções de se utilizar as redes sociais como aliadas da aprendizagem precisam estar claras para os pais, de modo a não correr o risco de interpretações errôneas.

Por último, sempre haverá aqueles educandos, ainda que em menor proporção, que não usam esses recursos tecnológicos. Dada essa realidade, torna-se imprescindível o fato de eles não se sentirem excluídos, por isso o ideal é fazer uso dessas ferramentas disponibilizadas pela intranet da própria escola. Assim, todos poderão ter acesso.

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras

http://educador.brasilescola.com/sugestoes-pais-professores/as-redes-sociais-como-aliadas-aprendizagem.htm

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Reino Unido ou Grã-Bretanha?

Reino Unido é um Estado formado por quatro países: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.
Grã-Bretanha é o nome da grande ilha onde estão situados três países:  Inglaterra, País de Gales e Escócia.
O termo "Grã-Bretanha" muitas vezes é usado como sinônimo de "Reino Unido" - o que não é inteiramente correto, pois um dos países que formam o Reino Unido não está nessa ilha.
Os termos, portanto, não são sinônimos, Reino Unido é uma denominação política, enquanto Grã-Bretanha é uma denominação geográfica. Clique aqui para ler mais!!

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Produção textual a partir de imagens

MATERIAL: cola, tesoura, revista ou jornal.

Para realizar a atividade, escolha um colega para trabalhar com você e capriche!

a) Recorte da revista ou do jornal trazido para a sala de aula cinco imagens:


1. Uma mulher
2. Um homem
3. Uma criança
4. Um objeto (cadeira, caneta, celular, sapato, bolsa, carro, etc.)
5. Uma paisagem ou ambiente (casa, apartamento, escritório, quarto, etc.)


b) Agora organize as imagens sobre a sua mesa e determine uma ordem para as figuras.
Em seguida, comece a inventar uma história a partir da primeira figura.
Atenção! Você deverá inventar uma parte da história, e o seu colega da dupla deverá continuar a história a partir da sua invenção e relacionando as idéias à imagem seguinte. Quando as cinco imagens fizerem parte da história da dupla, vocês deverão criar um título para o texto.
Agora que a dupla já finalizou a produção, vocês deverão ler o texto atenciosamente e em voz alta para observar se há alguma informação fora do lugar, ausência ou excesso de palavras ou se o texto está confuso. Terminada a primeira leitura de revisão, troque de texto com outra dupla e faça a leitura de revisão deste.
Como você irá revisar o texto do colega, e este deverá reescrevê-lo depois das suas sugestões, será mais fácil utilizar uma legenda de correção coletiva, igual para toda a turma.
Com esta legenda de correção, todos da sala poderão sinalizar aos autores as diferentes observações realizadas na revisão do texto.
Aqui estão alguns cuidados essenciais que um revisor de texto precisa ter. Observe a legenda de correção e utilize-a nesta atividade para indicar ao colega as alterações necessárias ao texto. Caso prefira, você poderá definir com a sua turma outros símbolos e aspectos relevantes à revisão do texto.

Legenda de correção:
1) ortografia
2) pontuação
3) letra maiúscula
4) parágrafo
5) concordância (palavra/expressão inadequada para o restante da frase)


http://valriet.blogspot.com.br/2010/04/producao-textual-partir-de-imagens.html 

O Ensino da Língua Inglesa com Música


Música é uma linguagem universal, usada para a comunicação, inspiração, educação, entretenimento etc. Ela consegue mudar o humor das pessoas (quando estamos tristes, basta ouvirmos uma música alegre; ou quando estamos nervosos ou ansiosos, é só ouvirmos uma música relaxante). 
Quem não se lembra de músicas que aprendeu na infância? “Meu lanchinho, meu lanchinho, vou comer, vou comer, pra ficar fortinho, pra ficar fortinho e crescer, e crescer.”
Às vezes ouvimos uma música uma única vez no dia e ela fica o dia todo na nossa mente. As propagandas, por exemplo, têm usado técnicas musicais por anos. Os jingles são criados especificamente para nos lembrar de seus produtos. Quem não se lembra da propaganda do MC Donald’s: “dois hamburgers, alface, queijo, molho especial, cebola e picles num pão com gergelim”?
Qual o poder que a música exerce sobre a nossa mente?
Se pensarmos sobre isso, notaremos que podemos usar música para ensinar. Na educação, está comprovado que este é um dos melhores métodos de aprendizagem. Aprender com música é muito efetivo, pois estimula a função cognitiva, o corpo, emoção e audição.
Para os professores de línguas estrangeiras, a utilização de músicas no ensino se torna mais fácil, principalmente quando se acredita que a tradução não é necessária para transformar informações em conhecimentos de forma significativa.
Segundo a teoria de Krashen, na qual o filtro afetivo é o primeiro obstáculo, a motivação do aprendiz ao aprender uma língua é que regula e seleciona os modelos de língua a serem aprendidos, bem como a ordem de prioridade e a velocidade na aquisição do idioma.
Vygotsky também enfatiza que os nossos pensamentos são frutos da motivação. Ao sentirmos necessidades específicas, desejos, interesses ou emoções, somos motivados a produzir pensamentos. Trazendo isto para a aquisição de uma língua estrangeira logo chegamos à conclusão de que é necessária uma motivação intrínseca para que o sujeito sinta maior afinidade e interesse por ela.
Desta maneira, podemos dizer que a música e o uso de jogos lúdicos estão ligados diretamente com a motivação e a autoconfiança.

Quais seriam então as vantagens em usar a música como instrumento de aprendizagem no ensino de línguas?

As músicas, além de ensinar, ajudam os professores a manter a disciplina na sala de aula. Quando as crianças estão agitadas, por exemplo, podemos cantar uma música para acalmá-las; ou se as crianças estão muito calmas, ainda acordando, podemos cantar uma música para despertá-las.
As crianças aprendem mais rápido com músicas, que se tornam memoráveis, pois ajudam aos alunos a se lembrarem da linguagem facilmente, independente do foco do professor, gramática ou vocabulário. Utilizando música, o professor pode começar a aula para apresentar um tema novo, terminar outro, ou simplesmente utilizá-la no meio de um projeto para enfatizar o assunto.
Algumas músicas são divertidas, e quanto mais os professores se interessam pela música, mais os alunos se sentem motivados. Dessa forma, os alunos mais tímidos tendem a ter uma maior participação cantando ou fazendo gestos, enquanto desenvolvem um trabalho em grupo.
As músicas também são ótimas para fazer apresentações no final de ano, em festas ou reuniões de pais.

Como atingir os objetivos linguísticos através das músicas?

Professor, antes de elaborar alguma atividade com música para ensinar uma língua estrangeira, veja as seguintes questões:
1 - O significado da música ficou claro? Preciso me certificar se compreendi a letra da música, pesquisar o vocabulário novo antes de aplicar a atividade.
2 - Como posso avaliar o progresso dos meus alunos com esta atividade?
3 - A compreensão e o vocabulário são fáceis de lembrar? Vai ser significativo para o meu aluno?
4 - Esta música está adequada para a idade, o ano/a série, o contexto a ser ensinado etc.?
5 - O vocabulário da música será usado em outras situações de sala de aula ou fora do contexto de sala de aula?
Lembre-se de que a utilização de músicas para ensinar inglês promove a prática do vocabulário ativo, aquele que é adquirido através da fala. Os alunos de inglês desenvolvem com muita rapidez o vocabulário passivo, o que é resultado de muitas atividades de listening e reading, mas o vocabulário ativo, dependendo da metodologia utilizada, é deixado de lado...
Para auxiliar seu aluno a adquirir as quatro habilidades de uma língua (ouvir, falar, ler e escrever), elabore atividades com músicas que possam incentivar as quatro habilidades e a aquisição dos vocabulários passivos e ativos.
Transforme sua aula num momento de aprendizado lúdico, dinâmico, motivador e significativo para seus alunos! Você e eles não irão se arrepender! Pode apostar!

Dicas de sites com atividades de música na aprendizagem de língua Inglesa:

Meu Uso Consciente da Tecnologia

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